Feira Científica e Cultural 2014

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terça-feira, 29 de julho de 2014

CONSTRUINDO O ESPAÇO COMUNICATIVO DA ESCOLA NA WEB

               



SALA AMBIENTE OFICINAS TECNOLÓGICAS
COORDENADORA: IZA HELENA TRAVASSOS F. DE ARAÚJO.
PROFESSOR (A): ANA PAULA SOUZA E FABÍOLA KATO
ALUNO (A): WAGNER FONSECA BARROS

ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 1
ANÁLISE DAS RELAÇÕES ENTRE TECNOLOGIAS, SOCIEDADE E
EDUCAÇÃO

Enquanto o mundo caminha para o desfecho da segunda década do terceiro milênio, a educação ainda permanece em meados do século passado. Na era da tecnologia e da informação, há tempos não somos mais os mesmos, mas ainda aprendemos como os nossos pais. A Educação não consegue acompanhar o ritmo acelerado de um mundo tecnológico e globalizado.
Vivemos atualmente em uma sociedade cada vez mais informatizada e o computador representa a base de sustentação tecnológica em favor do conhecimento, oferecendo inúmeras possibilidades educacionais qualitativas. Priorizar a tecnologia da informação e empregá-la adequadamente é vital para o futuro educacional, cultural e socioeconômico de qualquer país. As grandes mudanças provocadas pelo desenvolvimento científico e tecnológico obrigam as escolas a mudar os seus métodos e as suas práticas pedagógicas tradicionais, pois o ensino tornou-se obsoleto e a escola já não é a única fonte de informação. Logo, o maior desafio das escolas é desenvolver uma metodologia adequada que atenda às exigências que o profissional dos novos tempos deverá ter, como: postura dinâmica e investigativa, capacidade para obter e selecionar rapidamente informações eficazes e visão contextual, entre outras qualidades. O uso da informática deve estar inserido em uma proposta pedagógica que respeite o contexto sócio político, as condições prévias do aluno e a avaliação permanente das aquisições e dos processos intelectuais, antes, durante e após a utilização do computador.
Para Pretto, a criação de novo modelo, com base nas novas tecnologias que dispõe de inteligência artificial e sistemas autorreguladores com imagens, sons e textos digitalizados, causam uma aproximação entre humanos e máquinas, que em conjunto criam novos costumes resultando em novas formas de interação cotidiana.

É preciso reorientar o conhecimento e os modos de organização da escola e as demais instâncias educadoras da sociedade, considerando-se como eixos centrais: a educação científica, as questões socioambientais, a diversidade cultural e as tecnologias digitais, que se tornam cada vez mais dinâmicas por meio das redes sociais.
 [...] Boa parte dos jovens e adolescentes que já se relaciona com videogames e com todos esses aparelhos tecnológicos digitais, o relacionamento com as novas tecnologias se dá de forma transparente. E essa juventude que chega a escola. Uma escola que vive uma crise por conta de diversas e históricas razões, uma das quais relacionadas com o crescimento da população e do número de alunos a serem atendidos.
[...] O currículo continua sendo uma grade, mesmo é denominada com outras palavras. Mantém-se, assim o currículo baseado numa lógica vertical, linear, centrada na ordem, contraditório. Com tudo que se faz contemporaneamente nas demais áreas do conhecimento. Dessa forma passa o currículo a assumir o papel de regulador desses processos (PRETTO. p.108-109).
A escola estadual Honorato Filgueiras, no distrito do Mosqueiro, Belém-Pa, não foge da realidade e da velocidade que o mundo moderno vem passando nos últimos anos. Com um currículo tradicional, baseado na disciplina possui em sua maioria alunos com bom desempenho das novas tecnologias da informação, porem, temos um laboratório de informática, mas alunos que estudam apenas utilizam o laboratório quando o professor de determinada disciplina complementa sua matéria com pesquisa do assunto estudado. Apesar de o laboratório ser bem equipadas, não existe lamentavelmente profissional responsável para o espaço desde sua inauguração. Aliado a estes problemas, observamos que muitos docentes não utilizam o espaço por não terem o domínio das novas tecnologias. Dessa forma, pode ser percebida a discrepância entre esses grupos, professores e alunos, mas chamando a atenção para o fato de que deveria haver uma maior sincronia entre eles com o objetivo de se alcançar uma educação de qualidade no país e uma implantação mais eficaz do ProInfo.
Hoje, professores devem ser empreendedores, motivadores, iluminadores, catalisadores, porque preparar estudantes para o século 21 não se trata de usar apenas tecnologias ou desenvolver habilidades para economia global. Educação para o século 21 envolve consciência cultural, colaboração, iniciativa, liderança, É fazer sua aula tão dinâmica quanto ao mundo ao seu redor. Porem, para universalizar o direito à educação pública de qualidade, o Brasil precisa fazer o básico: tratar o professor como um profissional, respeitando-o como um profissional e, a partir daí, exigindo dele o que se exige de um profissionalSoluções baseadas na descoberta de variáveis mágicas, falsamente determinantes para a qualidade da educação, continuarão a afastar o Brasil do caminho racional e concreto: é preciso encarar com seriedade e honestidade a valorização dos profissionais da educação.


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